“O curto, elegante e sedutor relato de vida de expatriado
em Florença é como Paris, os Passeios de um Flâneur, de
Edmund White – da mesma colecção – exemplar no seu
género.” The Times
“Florença é a única cidade europeia cujos cidadãos mais
ilustres, pelo menos ao longo dos últimos cerca de cento
e cinquenta anos, têm todos sido estrangeiros.”
Quem o diz é David Leavitt neste relato vívido da vida dos
expatriados na “cidade do lírio”. A sua narrativa começa
por questionar a razão pela qual Florença tem provado ser
um destino tão popular para suicidas, para depois analisar
aquilo que faz da cidade, nas palavras de Henry James,
“um caso delicado”, tanto para os autóctones como para
os visitantes.
Movendo-se com mestria entre passado e presente, a
narrativa de Leavitt retrata a história da colónia estrangeira
desde as suas origens, no século XIX, até ao seu êxodo
sob Mussolini, e considera a atracção exercida por Florença
sobre figuras tão díspares como Tchaikovsky, E. M. Forster,
Ronald Firbank, Mary McCarthy e Mrs Keppel (amante do
Rei Eduardo VII). Episódios menos conhecidos da história
florentina – a transferência do David de Miguel Ângelo e
a construção de pontes provisórias por batalhões de soldados
negros americanos no final da Segunda Guerra Mundial
– são contrastados com imagens da Florença de hoje, bem
como com análises dos retratos da cidade em romances
e filmes como Quarto com Vista Sobre a Cidade, Retrato
de uma Senhora e Chá com Mussolini.
“Uma colorida e vibrante jornada.” Daily Express
“Este livro inteligente é uma leitura despreocupada para
aqueles tentados a fazer as coisas de maneira diferente
‘na mais elegante, interessante e confortável das
prisões’”. Evening Standard
“Tal como todos os bons anfitriões, Leavitt reconta, com excelente ouvido para a bisbilhotice
e para o escândalo, a história moderna de Florença, cidade de beleza, romance e intriga.” Waterstone’s Books Quarterly