Sente-se, ao longo da sua leitura, que as histórias em si mesmas se contituíram num momento de análise e de reflexão. Através da escrita elas são transformadas num espaço de conhecimento, não só no plano pessoal, mas também num contexto de partilha e de cooperação. António Novoa (do Prefácio)
As histórias de vida destas escolas onde a Manuela as viveu antes de se tornarem nos acontecimentos aqui narrados e encercados pelo texto entusiasmam pelo trabalho de fabricação de um realismo discursivo, através do supremo artifício que é a escrita. Sérgio Niza (do Posfácio)
Sabe-se que há vida na Escola. Melhor: que há muitas vidas na Escola. Sabe-se que a Escola é esse mundo de afectos, de emoções, de sentimentos e que é isso que marca, para além, naturalmente, da cognição e do pensar. Nesta obra breve, encontramos mais de 30 histórias verdadeiras, escritas por muitas pequeninas mãos de criança e pelo coração de uma educadora, onde se descobre o que é a alma do ensino.